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        <title>A maior experiência de comunicação popular, ancestral, territorial e autônoma do Brasil</title>
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        <description>Raimundo Quilombola, do Quilombo da Rampa no Maranhão, durante o II Encontro e Intercambio de Comunicacao Ancestral, define com clareza o significado da TV Quilombo: “assumir esse lugar e usar a comunicação como uma forma de poder contribuiu muito para o entendimento que a gente sempre teve tudo que a gente precisava para se manter no território”. Nascido em 2017, o projeto começou com uma câmera de papelão, tripé de bambu e materiais ancestrais, provando que a inovação não precisa vir de fora. “Usar a comunicação como estratégia por terra e território” ajudou até na titulação da área, ao dar visibilidade à luta e à riqueza da comunidade. Na Rádio TV Quilombo Rampa, a técnica se alia à tradição, lamparinas, cofos, balaios e rodas de tambor dividem o mesmo espaço que smartphones e aplicativos. O projeto é intergeracional – crianças, jovens, adultos e anciãos participam da locução, filmagem e produção. “Toda tecnologia que entrasse não ia tomar o lugar da que a gente já tem, mas sim ter uma relação”, afirma Raimundo. O cuidado com o que se mostra é tão importante quanto o ato de mostrar: “nem tudo pode se expor, mas usar a comunicação para dar visibilidade e cuidar do que é nosso”. Com frequência FM de pequeno alcance e aplicativo próprio, a rádio alcança as casas, ouve os moradores e transforma a comunidade em protagonista de suas próprias imagens. “Nos enxergar na tela, nas fotografias… todas essas fotos são de pessoas da comunidade.” Para Raimundo, “a comunicação é um grande poder; quando fica na mão do outro, taxam as comunidades como escassas”. Ao contar a própria história, o Quilombo mostra que tem a mãe natureza, os materiais e a tecnologia ancestral. “Assumir esse lugar de comunicar por nós mesmos é manter a vida e a história do nosso território vivos.”</description>
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